
O deputado Sargento Lima usou o tempo do PL no horário dos partidos políticos para defender o direito de defesa das mulheres a qualquer tipo de agressão. Ele lembrou que março é o mês dedicado às mulheres, e estimulou a reação a qualquer tipo de ameaça. “A Constituição prevê a utilização de meios necessários, desde os moderados, para repelir a injusta ameaça”.
“Não aceite como um cordeiro o mau trato, parta a ameaça de onde vier”, disse o parlamentar da tribuna. “Reaja para o bem de sua própria existência”, ele exortou, destacando que “a cada dia aumenta número de vítimas de violência sexual”, e que “o inimigo é real, ele existe”.
Lima disse que a mulher vítima de violência, familiares e mesmo qualquer pessoa que testemunhe agressão ou assédio deve reagir. “É necessário repelir a ameaça, usando o que estiver à mão, mesmo que seja com um porrete ou com uma faca, busque a legítima defesa”.
O deputado disse que a violência contra a mulher é um dos motivos que o leva a ser um defensor da pauta armamentista. Também criticou a conduta de pessoas que negligenciam agressões e não denunciam, ou reagem ao agressor. “Fico furioso, quando uma mulher é assassinada e se escuta que os parentes sabiam que ela era agredida e ameaçada”.
Alerta
Jessé Lopes (PL) criticou a tramitação de dois projetos no Senado que classificou como “extremamente perigosos”: uma proposta para tornar a misoginia (ódio ou aversão às mulheres) crime hediondo (PL 896/2023) e outra que visa combater discurso de ódio contra mulheres na internet (PL 2/2026).
“Esse é o modus operandi do PT, da esquerda, de utilizar de causas nobres para buscar o que realmente querem: a censura, a perseguição a quem pensa diferente”, disse. “Se quisessem realmente resolver o problema da violência, apoiariam o fim da saidinha, a redução da maioridade penal, a castração química de estupradores.”
Combustíveis
Fabiano da Luz (PT) cobrou do governo estadual medidas para enfrentar o aumento dos preços dos combustíveis, consequência dos conflitos no Oriente Médio. Ele afirmou que o governo federal já retirou o imposto do óleo diesel e concedeu subvenção para amenizar os impactos nas bombas.
“Já tem muito posto limitando o abastecimento com medo de novos aumentos. O que o governo do Estado vai fazer para socorrer os caminhoneiros, o transporte?”, questionou.
Em aparte, Carlos Humberto (PL) afirmou que o governador Jorginho Mello já fez sua parte, ao não reajustar a alíquota do ICMS sobre os combustíveis.

