Comunicação

Comissão volta a debater sistema de proteção social dos militares


Valquíria Guimarães
10/10/2023 - 16h18min

Representante da Associação Triângulo Dourado, Margarete Prates, participou da reunião da Comissão de Segurança Pública

Representante da Associação Triângulo Dourado, Margarete Prates, participou da reunião da Comissão de Segurança Pública

FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

Dando sequência a um ciclo de debates promovidos com representantes das forças de segurança estadual, a Comissão de Segurança Pública do Parlamento promoveu, na manhã desta terça-feira (10), uma nova reunião para ampliar a discussão a respeito do Sistema de Proteção Social dos Militares Estaduais.

O presidente do colegiado, deputado Jessé Lopes (PL), convidou o presidente da Associação Triângulo Dourado, subtenente Osvaldo Teixeira, para contextualizar a situação dos militares estaduais representados pela entidade. Na oportunidade, quem falou em nome da entidade foi a subtenente Margarete Prates.

Lei 13.954/2019
A Lei Federal 13.954/2019, sancionada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2019, que alterou  as regras de Previdência para as Forças Armadas, policiais militares e bombeiros estaduais, dominou o debate.

“O Parlamento é uma Casa de leis e o que nós buscamos é a clareza da lei, para cessar as interpretações”, pontuou a militar, que solicitou o respeito do Estado de Santa Catarina à norma federal, lei protegida pela Constituição Federal que concedeu similaridade, paridade e integralidade as forças de segurança. “Defendemos que essa lei deve ser regularizada por esta Casa o mais rápido possível, resolvendo a questão da paridade e integralidade e não permitindo mais obscuridade”, afirmou.

Para ela, o Parlamento, como a Casa do Povo, não pode dar margem a interpretações. “Discutimos a proteção social dos militares, ativos, aposentados, reformados e pensionistas.”

Importância
O deputado Jessé Lopes destacou que os representantes das associações militares do estado tem uma importante missão. “Além de defender e lutar por pleitos da categoria, a missão é de conscientizar e pacificar a categoria para que possamos aprovar esta regulamentação com entendimento e diálogo”, observou.

Ele observa a importância dos debates promovidos pelo colegiado ao comentar que o Parlamento terá a responsabilidade e o protagonismo de analisar o projeto de lei do Executivo. “Precisamos estar bem alinhados, para podermos aprovar o mais rápido possível essa regulamentação. Queremos fazer uma construção digna e verdadeira com aquilo que o governador Jorginho se comprometeu com as forças de segurança do nosso estado”, finalizou.

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