
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gelson Merisio (DEM), avalia que a sua recondução ao cargo, por unanimidade, no dia 1º de fevereiro, é reflexo do momento bom pelo qual passa o Parlamento. A marca de sua gestão deve continuar sendo a de uma atuação discreta, com respeito às diferenças e que possibilite as condições ideais para o trabalho dos parlamentares.
“O que precisa aparecer é o mandato do parlamentar. A administração da Casa deve criar as condições para que os mandatos sejam divulgados e tenham relação ampla e efetiva com a sociedade, de maneira igual para todos os 40 deputados”, enfatiza Merisio.
O presidente também pretende manter o foco na eficiência da gestão, promovendo medidas que possibilitem a redução de custos e a otimização dos resultados, tal como ocorreu com a implantação dos novos sistemas de telefonia e de monitoramento de frota. Dessa forma, a Assembleia Legislativa tem mantido seus gastos dentro dos limites do orçamento constitucional, sem precisar de suplementação por parte do Poder Executivo. “A economia feita se transforma em estrutura de comunicação e informação e também garante que o deputado tenha uma equipe de trabalho que lhe permita atuar com capilaridade em todo o estado”, destaca.
Sobre a relação entre o Legislativo e o Executivo, Merisio assegura que os dois poderes vão continuar atuando em harmonia, com muito respeito, mas com independência e autonomia, asseguradas as condições para que a oposição exerça o seu papel. Ele assegura que, como presidente, vai zelar pela independência do Parlamento, que é uma condição indispensável na democracia.
Pacote de medidas
O Executivo anunciou que nos próximos dias encaminhará ao Parlamento um pacote de projetos com medidas administrativas do novo governo. Por isso, Merisio pretende conduzir o processo de composição das comissões permanentes entre os dias 5 e 10 de fevereiro. Nesse prazo, ele acredita que as comissões estarão compostas e prontas para dar o devido trâmite legislativo aos projetos protocolados. “Até o momento não chegou nenhum projeto do governo, mas assim que chegar terá a deliberação encaminhada”, ressalta. (Lisandrea Costa)

