
A Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa recebeu, na manhã desta terça-feira (7), o professor de História Endrio Cardoso Pereira para uma apresentação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O convite foi feito em alusão ao Dia do Orgulho Autista, celebrado em 18 de junho.
Também apresentou três livros de sua autoria. Um deles reúne “versos inclusivos”, nos quais aborda o transtorno, os desafios enfrentados pelas pessoas com TEA e a importância da conscientização e da inclusão.
Relato reforça políticas de inclusão
Durante a visita, os integrantes da comissão destacaram a relevância de iniciativas que ampliem o conhecimento sobre o transtorno e contribuam para fortalecer a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.
Ao relatar sua experiência, Endrio ressaltou a importância de dar visibilidade à comunidade autista e de fortalecer as políticas públicas voltadas à inclusão.
“Participar da reunião é uma oportunidade de dar voz às pessoas autistas e às suas famílias, além de reforçar a necessidade de leis que garantam a efetivação de direitos.
Os avanços no diagnóstico têm permitido uma compreensão maior sobre o transtorno, mas o apoio do poder público continua sendo fundamental para assegurar acolhimento, acesso a serviços e melhores condições de vida para a comunidade autista”, afirmou.
Dia do Orgulho Autista
Celebrado em 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista tem como objetivo valorizar a neurodiversidade, deslocando o foco do diagnóstico para o reconhecimento da identidade e das potencialidades das pessoas autistas.
No Brasil, a data busca combater o preconceito, promover a inclusão social e fortalecer a defesa dos direitos das pessoas com o transtorno.
ALESC EXPLICA
É uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por diferentes formas de comunicação, interação social e comportamento. O espectro é amplo, e cada pessoa autista apresenta características e necessidades próprias.
Celebrado em 18 de junho, a data busca valorizar a neurodiversidade, promover a inclusão e incentivar o respeito às características e potencialidades das pessoas autistas.
É quando a identificação do Transtorno do Espectro Autista ocorre na adolescência ou na vida adulta. O diagnóstico pode contribuir para uma melhor compreensão das características da pessoa e facilitar o acesso ao acompanhamento adequado.

