Comunicação

Novos estagiários do PAB iniciam as atividades no próximo dia 17


12/06/2013 - 12h12min

Os 20 jovens selecionados para atuarem como estagiários da Assembleia Legislativa, por meio do Programa Antonieta de Barros (PAB), foram oficialmente apresentados em uma solenidade na noite desta terça-feira (11), no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright. Eles receberam das mãos do presidente da Assembleia, Joares Ponticelli (PP), e do deputado Sandro Silva (PPS) os certificados de conclusão do curso preparatório, e vão iniciar suas atividades no próximo dia 17.

Segundo a coordenadora de Estágios Especiais da Assembleia, Marilu Lima de Oliveira, os novos estagiários vão trabalhar em qualquer um dos setores do Parlamento. Para ela, o programa permite que os jovens tenham acesso às relações de trabalho, ampliando suas possibilidades na idade adulta. “Invertemos a lógica do mercado, ampliando as perspectivas destas pessoas, o que acaba se refletindo também na melhora na qualidade de vida das suas famílias”.

O deputado Joares Ponticelli deu boas-vindas aos novos estagiários e destacou a importância do PAB na formação profissional dos jovens. Ele aproveitou para anunciar que em breve a Assembleia terá um programa semelhante voltado para pessoas com deficiência.

Ao lembrar das dificuldades enfrentadas na infância, o deputado Sandro Silva afirmou que, apesar do preconceito racial ainda existente, os jovens estagiários do PAB podem ter um futuro brilhante. “Ninguém pode dizer a vocês o que vocês vão ser na vida. Isso depende apenas de vocês. São suas atitudes que vão dizer quem vocês serão no futuro”.

O programa
Os jovens selecionados para o estágio, de quatro horas diárias, receberão capacitação profissional em assuntos como noções de economia doméstica, relações interpessoais, higiene pessoal, atendimento ao público e atendimento telefônico, além uma bolsa-auxílio no valor de R$ 450, mais alimentação e auxílio transporte de R$ 87. O estágio é de um ano, prorrogável por mais um.

Por tratar-se de uma política de inclusão social, o acesso ao Programa Antonieta de Barros prioriza os estudantes entre 16 e 24 anos, matriculados no nível médio ou superior e que possuam vulnerabilidade no local de moradia e renda familiar de até 2,5 salários mínimos, além de critérios de gênero (preferência para mulheres), etnia e inclusão de pessoas com deficiência.

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