A atenção às pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) foi tema de reunião promovida pela Bancada da Grande Florianópolis da Alesc nesta segunda-feira (2). O foco da discussão foi a demanda reprimida, ou seja, a falta de condições do Estado para prestar assistência às necessidades específicas dessa parcela da população, que precisa de atendimento com a participação de especialistas de diversas áreas.
O encontro reuniu representantes do Poder Público, de entidades como as Apaes e Associações de amigos de autistas, além da Fundação Catarinense de Educação Especial, que atualmente coordena a Política de Educação Especial de Santa Catarina.
Na ocasião, ficou definido que um comitê seria criado para definir padrão único de atendimento.
Entrevistas com:
– deputada Janice Krasniak (Podemos), coordenadora da Bancada da Grande Florianópolis;
– Jeane Probst, presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial.