As formas de abordagem que provoquem o mínimo impacto para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência foram discutidas na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. Profissionais da psicologia, da segurança pública, do judiciário e do Ministério Público e Defensoria Pública participaram da reunião do colegiado nesta terça-feira (4). Eles trocaram informações sobre a implementação da lei federal regulamentada no final do ano passado que garante uma metodologia diferenciada em algumas etapas do processo judicial neste tipo de situação.
Entrevistas com:
– Helena Berton Eidt, psicóloga da Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Santa Catarina,
– Renato Weber , Associação dos Psicólogos da Polícia Civil (Apsipol)
– deputado Fabiano da Luz (PT)