Estima-se que no Brasil, mais de 200 mil pessoas desaparecem a cada ano. Em Santa Catarina, o número é de 3 mil registros anuais, sendo que 40% dos casos envolvem crianças e adolescentes. Além da dor da ausência, as famílias investem tudo o que tem na busca de seus entes, muitas vezes sem resultado. Por isso, a importância da estrutura pública e da rede de informações que são determinantes para a solução dos casos.
Para abordar o tema dos desaparecidos e tráfico humano, a Assembleia Legislativa, por meio da Escola do Legislativo, promoveu nesta quinta-feira (29) o Seminário Nacional de Combate ao Desaparecimento e Tráfico de Pessoas.
Entrevistas com: deputado Romildo Titon (PMDB), presidente da Escola do Legislativo; Dijaci David de Oliveira, professor da Universidade Federal de Goiás; major Marcus Roberto Claudino, responsável pela Coordenadoria de Pessoas Desaparecidas da PMSC.