Há 18 anos, quando passou a ter problemas de pressão e dificuldades ao caminhar, Humberto Floriano Mendes descobriu que seus rins estavam em falência e precisou se submeter a sessões de hemodiálise. Ele ficou em tratamento por seis meses até conseguir o seu primeiro transplante de rins. Hoje, aos 48 anos, e depois de passar por dois transplantes ele destaca a importância da doação de órgãos para os pacientes que aguardam na fila.
A história de Humberto ajuda a compor as estatísticas sobre doação de órgãos e transplantes. Segundo o Ministério da Saúde, no primeiro semestre deste ano o número de transplantes cresceu 12% no país em relação ao mesmo período de 2011. Em Santa Catarina o aumento foi de 29% no primeiro quadrimestre deste ano. Mas o estado se destaca pelo alto número de doadores. São quase 27 doações a cada milhão de habitantes. O coordenador da SC Transplantes, Joel de Andrade, explica como Santa Catarina tem conseguido aumentar o número de transplantes.
Na Semana Nacional de Doação de Órgãos Humberto,que além de transplantado é também presidente da Associação de Pacientes Renais de Santa Catarina (APAR), alerta a população sobre a importância dos cuidados com a saúde para evitar problemas futuros e o aumento da fila de espera por transplantes.
POR NARA CORDEIRO