Foram 13 medalhas paralímpicas, participação em 6 Paralimpíadas e quase três décadas representando o Brasil no atletismo. Conhecida como Filha do Vento, Ádria Santos entrou para a história como uma das maiores velocistas cegas do mundo. Mas o desafio mais difícil veio depois da aposentadoria. Ádria teve depressão após deixar as competições, se deparou com a necessidade de se reinventar, e encontrou um novo propósito através de projetos sociais e do incentivo ao esporte. A história dela reforça a importância do fortalecimento do paradesporto. Em Santa Catarina, uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa ampliou o acesso à bolsa-atleta para atletas-guia, reconhecendo o papel essencial desses profissionais na trajetória de esportistas com deficiência visual.