
A deputada Ada de Luca (MDB) voltará a presidir em 2021 a Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Assembleia Legislativa. Fabiano da Luz (PT) será o vice-presidente. Os dois foram reconduzidos por unanimidade dos presentes à reunião de instalação do colegiado, na manhã desta quinta-feira (25), presidida pelo deputado Moacir Sopelsa (MDB).
Além deles, fazem parte da comissão os deputados Dr. Vicente Caropreso (PSDB), Jessé Lopes (PSL), Julio Garcia (PSD) e Nazareno Martins (PSD). A deputada Marlene Fengler (PSD) – que fez parte da CDH na primeira metade do mandato e representou Julio Garcia, que está com o mandato suspenso – propôs a recondução.
“Ada presidente e Fabiano de vice fizeram um bom trabalho, por isso apresento essa chapa novamente. A deputada Ada tem jeito especial de tratar a todos e é isso que precisamos manter nessa casa”, afirmou Marlene. “Nessa comissão, é preciso fazer trabalho com humanidade e humildade. Seu trabalho foi muito importante e por isso apresento chapa para continuar”, justificou.
Fabiano da Luz elogiou o trabalho da presidente nos dois últimos anos. “Dou total apoio à deputada Ada pela forma como conduziu os trabalhos e eu estou aí para aprender ainda mais”, disse o parlamentar.
Luta contra o retrocesso
Ada de Luca agradeceu aos colegas por poder, mais uma vez, assumir a presidência da comissão e reafirmou seu compromisso de conduzir os trabalhos “com foco total na preservação dos direitos humanos”.
“Nestes tempos de divisões e de negacionismo, nossa missão é fazer avançar a aplicação dos direitos civis, mas também lutar contra retrocessos”, destacou a deputada.
Segundo a presidente, os direitos humanos são normas que protegem a dignidade de todas as pessoas, em todo o mundo, sem hierarquia. “Não existe um ‘direito maior’ e um ‘direito menor’; todos os direitos têm o seu valor”, afirmou. “Todos temos direitos humanos sem discriminação de qualquer tipo”, completou.
Por fim, a deputada Ada de Luca ressaltou o papel importante dos parlamentares na defesa dos direitos humanos. “Cabe a nós, detentores de cargo público, cumprir e fazer cumprir as normas e padrões legais consagrados nos instrumentos de direitos humanos que temos a nosso dispor, ou seja, nossa missão é redobrada. Temos nossa missão individual como ser humano, como cidadão e temos nossa missão como ser público”, finalizou.

